Sadafa da Balada-Poema

Saí para a balada pronta pra aprontar,
blusa decotada sem calcinha pra incomodar,
usava uma calça mais que apertada,
e uma sandália de salto pra ficar ainda mais empinada.

Foi quando eu vi um moreno,
de cabelo atrapalhado,
ele era meio rústico,
e até mal-encarado.

Era tão forte,
tão viril,
e tinha um grande volume,
na linha do quadril.

Balançando meu bumbum,
incentivei sua investida,
me abaixei e levantei,
bem atrevida.

Ele não resistiu,
e já chegou, chegando,
nem ao menos perguntou meu nome,
minha bunda veio apertando.

Não sabia falar direito,
era rude,
meio grosso,
mas não tem problema,
adoro homem tosco.

Não falamos muito,
fomos direito para sua casa,
eu já estava "alegrinha",
e sou bem apressada.

Logo ao fechar da porta,
já fui me abaixando,
tava louca pra chupar seu pau,
e ver o seu leite jorrando.

Me chamando de putinha,
metia em mim sua rola,
minha língua a acariciava,
minha garganta a engolia.

Me puxando pelos cabelos,
me pois de quatro.
Minha calça apertada
minha buceta repartia,
vi q ele estava louco e falei:
pode rasgar a calça,enfia.

Minha calça era tão fina,
n ão foi pario pro seu pau,
ele era selvagem,
me comia feito um animal.

Vira e meche,
no meu cúzinho ele cuspia,
mal sabia eu,
o que ele realmente queria.

Em quanto ele metia,
tirava seu pau,
e no meu clitóris batia,
passava a cabeça do seu pau em meu cú,
e sorria.

Agarrou meus seios,
e no ímpeto do meu prazer;
penetrou pelo meu cúzinho,
dei um grito estridente,
acordou até o vizinho,rs...

Tão vorazmente,
com seu pau ele me rasgava,
sentia a latência,
em quanto no meu cú penetrava.

Fiquei toda vermelhinha,
mas eu fui recompensada,
quando em meio aos meus peitos,
seu pau leite jorrava.

Autor:CLASSE A

 


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