Minha aluna de 15 anos
Meu nome é João Luiz e tenho 55 anos.Sou professor de Biologia no ensino médio em uma escola do interior de São Paulo.Sou casado com Mariana que tem 50 anos.Temos uma filha, Carol, de 25 anos que está cursando a faculdade.Sempre tive uma vida sexual normal.No meio do ano letivo um velho e grande amigo de infância mudou para a minha cidade.O nome dele é Carlos, ele é viúvo e tem uma filha.Carlos me implorou para eu tentar arrumar uma vaga na escola para a sua filha, Letícia.Ela é uma bela loirinha de olhos verdes.Letícia tem 15 anos, sua altura um pouco acima da média(cerca de 1,70), seios grandes e uma bela bunda grande e redonda.Ela anda empinando esse belo bundão.Logo que chegou chamou a atenção de todo mundo, tantos alunos quantos funcionário da escola.As mulheres agem com despeito em relação à Letícia, chamam a de piranha.Letícia não se importa com nada disso, continua com se jeitinho de ninfetinha que só quer trepar.Eu sempre me mantive fiel a minha esposa.Mas de um tempo para cá comecei a ficar perturbado com a presença de Letícia.Ela usava minissaia, calças justas ou decotes grandes.Outro dia ela usou uma minúscula minissaia e ficou com as pernas cruzadas.Todos olhavam suas lindas pernas.Como suas lindas pernas estava atrapalhando a aula pedi para ela sentar na carteira da frente.Assim, enquanto ela estava na carteira da frente os alunos, que estavam nas carteiras de trás, não olharia mais para suas pernas e eu poderia prosseguir a aula.Foi aí que eu errei!No decorrer da aula, Letícia abriu as pernas e ela estava sem calcinha.Meu pau ficou duro na hora.Só Letícia notou e deu uma risadinha sacana.Fiquei perturbado, pois estava sentindo atração um uma ninfeta que poderia ser minha filha.O que eu diria para o Carlos?Será que Letícia abriu as pernas para me provocar?Essas perguntas me perturbaram naquele dia.Dias depois Carlos e Letícia jantou na minha casa.Mal olhei para cara do Carlos.Letícia agia naturalmente.No outro dia apliquei uma prova e Letícia teve nota vermelha.Pediu para eu dar uma segunda chamada e eu aceitei.Mas ela pediu para eu explicar a matéria no final da aula.Aceitei.Letícia usava uma minissaia e um decote.Não agüentei e ficava olhando de vez em quando para aqueles peitões.Letícia parecia que me provocava.De repente me perguntou se eu e a tia Mariana (minha mulher) fazíamos sexo.Disse que de vez em quando escutava seu pai trepando com algumas namoradas que ele teve.Perguntou se eu a achava atraente.Eu disse que ela era bonita e tentei continuar a explicação.Letícia tirou sua calcinha e a colocou em cima da mesa.Eu fiquei paralisado.Ela disse para eu dar a minha mão.Dei, eu já estava sem razão.Pegou minha mão e pôs dentro da minissaia.Meus dedos percorreram sua bucetinha depiladinha.Letícia disse que tinha depilado a bucetinha de manhã só para mim.Eu estava estarrecido e com as mãos tremulas.Ela percebeu e com o mesmo sorriso sacana disse para o meu dedo médio entrar dentro da sua bucetinha.Sua bucetinha estava molhadinha.Então comecei a masturbá-la.Ela gemia com o mesmo sorriso sacana.Até que gozou e deu um gemido um pouco mais alto.Depois se levantou e pediu para fazer um boquete.Aceitei.Ela começou o boquete.A faxineira chegou.Por sorte a carteira que eu sento fica do outro da sala em relação à porta.E essa carteira não dá para ver em baixo dela na posição que a faxineira estava.Pedi para faxineira ir embora.Letícia continuou a chupar o meu pau.Gozei.Toda a minha porra foi na cara da putinha.Ela com o mesmo sorriso de puta limpou o rosto.Eu fiquei arrependido depois.Eu tinha feito atos impróprios com a filha do meu melhor amigo que poderia ser minha filha.Letícia falou para eu ficar com a calcinha de presente.Guardei a na minha pasta.Tinha esquecido da calcinha, quando outro dia minha mulher a achou.Brigamos feio.Sai de casa.Não tinha para onde ir, pois não tinha dinheiro para hotel.O único lugar era a casa de Carlos.Iria para a casa do inimigo.Chegando lá, Carlos disse que poderia dormir lá sem problema.Letícia apareceu usando um baby-doll que dava ver os seus contornos com perfeição.Ela ficou feliz quando Carlos disse que eu iria dormir lá.Me acomodou em um quarto de hospede.O quarto ficava ao lado do quarto do Carlos.Achei que Letícia não se atreveria a me ver com o seu pai a uma parede de distância.Mas ela se atreveu.Tinha tirado o baby-doll e estava vestindo um sutiã com o seu peitões e uma calcinha minúscula.Eu disse que não podia com o seu pai por perto.Ela disse que não era problema, já que Carlos tem o sono pesado.Ela tirou o sutiã e eu comecei a chupar.São peitos grandes e muito bonitos.Minha boca foi descendo até que chegou na bucetinha.Letícia tirou a calcinha.Comecei a chupar seu grelinho.Ela gemia.Falei que queria comê-la.Letícia virou a bunda e segurou no espelho da cama.Comecei a meter.Ela fechou os olhos.Seu sorriso sacana se transformou em uma expressão de mulher muito excitada.Gozamos, mas não juntos.Ela gozou primeiro e eu depois.Olhei aquela bundona e disse que queria comer o seu cuzinho.Ela falou tudo bem, mas devagar.Lubrifiquei com o meu próprio cuspe.Comecei a meter.Letícia mordeu o travesseiro para abafar o grito.Escutei um barulho, fiquei assustado.Achei que fosse o Carlos.Imagina o Carlos flagrar o seu melhor amigo comendo o cuzinho da sua filhinha adolescente querida.Mas não era nada, continuei o comer o cuzinho da piranha até gozar.Depois disso Letícia e eu dormimos agarradinhos.Na madrugada ela se levantou e foi para o seu quarto.Me separei da minha mulher.Moro em um apartamento e todo dia depois da aula levo Letícia para dar uma trepadinha.Carlos, outro dia, disse que minha mulher falou para ele que eu tenho um amante.Mal sabe ele que é a sua própria filha

 


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